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Holografia, Segurança e Marketing I
A Imprensa Nacional sempre a inovar...
10/04/2005

A Imprensa Nacional - Casa da Moeda, S. A. é hoje em dia uma empresa que na produção de documentos de segurança e de todo um conjunto de produtos, associados às mais diversas áreas do nosso quotidiano, alia as tecnologias de ponta na impressão tradicional com as novas tecnologias de produção de elementos de segurança, de entre as quais se destacam os hologramas. Fornecendo segurança, promoção, ou ambas, a INCM conjuga nas suas instalações fabris a impressão com a holografia, na produção dos mais diversos produtos.

Os hologramas foram inventados em 1947 pelo cientista Dennis Gabor quando tentava melhorar o desempenho dos microscópios electrónicos. A designação de Hologram (Holograma em Português) surgiu da conjugação das palavras gregas holos e gramma que significam respectivamente tudo e mensagem ou informação.

Esta denominação foi escolhida por poder descrever os hologramas como registos de objectos que contêm toda a sua informação. Ao contrário da fotografia que apenas permite registar as diferentes intensidades da luz proveniente da cena fotografada, nos hologramas fica também registada informação sobre a fase da radiação luminosa proveniente desse objecto. Quando os hologramas são iluminados de forma conveniente, a luz difractada (uma das formas de interacção da luz com a matéria), é recolhida pelo nosso olho formando-se uma imagem que corresponde aos objectos que lhe deram origem, incluindo a posição relativa de cada parte que o compõe; são assim observadas imagens tridimensionais do objecto.

Apesar de inventado em 1947, foram necessárias cerca de duas décadas para que em 1968 os hologramas pudessem sair dos ambientes altamente restritos dos laboratórios de física. A necessidade de utilização de um laser para se puder observar os hologramas limitou a sua aplicação, até que, em 1968 Stephen A. Benton inventou o que se designa por holograma arco-íris, holograma esse já possível observar com qualquer tipo de luz, abrindo a possibilidade de inúmeras aplicações.

Desde aplicações em muitas áreas das ciências, até aplicações decorativas ou na área de segurança (documentos, notas, protecção de marcas, etc.), a sofisticação dos hologramas e das técnicas e tecnologias envolvidas na sua preparação, tornaram o holograma num elemento presente diariamente na vida de todos nós.

A Imprensa Nacional - Casa da Moeda, S. A. (INCM) é hoje em dia um dos produtores de hologramas com capacidade para preparar estes elementos e de seguida aplicá-los no produto final a que se destinam. Esta valência surgiu a partir de 1996, quando através de uma transferência de tecnologia apoiada pelo Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), foi possível à INCM adquirir o know how e a tecnologia necessária junto de uma das empresas líderes no mercado internacional de produção de hologramas, a Applied Optical Technologies (AOT), com a qual tem hoje uma parceria sólida ao nível da investigação e desenvolvimento.
(Obs - Continua Holografia, Segurança e Marketing II.)
[Boletim OA Nº 34 | edição de Nov. Dez. 2004]




 
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